Kassab defende 2% do PIB para ciência e tecnologia

C&T Economia - Economia

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, reforçou que a meta de investimento em inovação para alavancar o desenvolvimento do Brasil deve ser de 2% do Produto Interno Bruto (PIB). A afirmação foi feita durante reunião do Comitê de Líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), na última sexta-feira (8), onde foi entregue ao presidente interino Michel Temer propostas para alavancar a inovação.

"Hoje 1,2 % do PIB é investido em inovação, mas a nossa meta deve ser de 2%. Temos que atingir esse percentual. E é fundamental que cada real público investido tenha resultado e justifique sua aplicação", afirmou o ministro para cerca de 100 empresários, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Kassab disse ainda que o governo federal e a iniciativa privada devem formar parcerias para o País avançar. "Esse tripé [poder público, capital privado e academia] irá cumprir o que é fundamental para o País nos investimentos em inovação para termos o desenvolvimento que todos nós desejamos para os brasileiros", disse.

Nesse sentido, a presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos Marques, comunicou que o banco investiu R$ 6 bilhões em inovação nos últimos dois anos. E defendeu o diálogo do governo federal com o setor privado. "Inovação é uma das prioridades do BNDES. Produtividade e competitividade são fundamentais para a retomada do crescimento sustentável."

Segundo o presidente da CNI, Robson Andrade, a reunião serviu para que a entidade apresentasse ao presidente em exercício os "entraves" para que as empresas possam investir em inovação.

"O presidente se comprometeu a trabalhar para que a indústria brasileira tenha o apoio necessário para continuar inovando e se desenvolvendo”, disse Andrade. “Discutimos o Marco Regulatório da Inovação, financiamento, a questão do INPI [Instituto Nacional de Propriedade Intelectual], que hoje gasta 11 anos para aprovar uma patente, enquanto a média no mundo não chega a três anos. Então, mostramos essas dificuldades para o presidente, e ele se propôs a trabalhar para que sejam resolvidas."

(Agência Gestão CT&I, com informações do MCTIC)

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