Temer destaca capacidade de investimentos do BNDES

C&T Economia - Economia

Ao participar da inauguração de fábrica de celulose no Paraná, que contou com financiamento do governo federal por meio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o presidente interino Michel Temer ressaltou a capacidade da instituição de financiar investimentos.

A nova fábrica de celulose da Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, está localizada no município de Ortigueira (PR). As obras da nova unidade, chamada de Puma, foram executadas em 24 meses. O investimento total no projeto foi de R$ 8,5 bilhões, sendo R$ 4 bilhões do BNDES.


Respondendo a jornalistas sobre devolução pelo banco de R$ 100 bilhões em ativos que pertencem ao Tesouro Nacional, Temer apontou que o banco permanece com um volume muito superior em ativos. “É que ainda sobram R$ 400 bilhões para o BNDES, primeiro ponto. Segundo ponto, esses R$ 100 bilhões, que vão ser tirados pouco a pouco, eles já foram negociados com o BNDES”, esclareceu.


A devolução dos ativos é uma das medidas do governo para a retomada do crescimento econômico e implicará em uma economia da ordem de R$ 7 bilhões no ano para o Tesouro Nacional.


Em sua posse como presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques também explicou que a devolução de ativos não implica na redução da capacidade financiamento. De acordo com ela, o valor devolvido ao Tesouro foi calculado em conjunto com o próprio BNDES, sendo que R$ 40 bilhões são devolvidos em 2016 como excesso de caixa previsto para o período e o restante em um ou dois anos, também de acordo com a essa expectativa.


Maria Silvia apontou ainda que, com a retomada do ciclo positivo na economia, o banco pode, por exemplo, captar recursos privados no mercado de capitais, com debêntures e com captações externas.


Sobre a fábrica

A Unidade Puma deve gerar cerca de 1,4 mil empregos diretos e indiretos, considerando as atividades industriais e florestais. Sua capacidade de produção será de 1,5 milhão de toneladas de celulose, dos quais 1,1 milhão de toneladas de celulose branqueada de fibra curta (eucalipto) e 400 mil toneladas de celulose branqueada de fibra longa (pínus).


A nova fábrica também terá duas das maiores turbinas para geração de energia elétrica já fabricadas no mundo para a indústria de papel e celulose. A unidade terá capacidade de produzir 270 MW, sendo 150 MW excedentes (o suficiente para abastecer uma cidade de 500 mil habitantes), elevando a fábrica à condição de autossuficiência em geração de energia elétrica. O raio médio entre a operação florestal e a nova fábrica é de 72 km, o que garante a competitividade e o baixo custo do transporte de madeira.


(Agência Gestão CT&I, com informações do Planalto)

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