Setor industrial lista prioridades para ampliar comércio exterior

C&T Política - BR

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou aos ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e das Relações Exteriores (MRE) as prioridades do setor para o comércio exterior, no documento “Agenda Internacional da Indústria 2016”. O objetivo da entidade ao elaborar o texto é ampliar a inserção internacional das empresas brasileiras.

“O comércio exterior deve fazer parte de uma agenda estratégica e permanente para o aumento da competitividade do país. Se essa atividade já é importante para estimular o crescimento em períodos de normalidade da economia, ela se torna ainda maior em tempos de restrições no mercado interno, como o que estamos vivendo atualmente”, disse o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.


Segundo o documento, o Brasil tem ficado à margem dos grandes acordos de integração internacional. Atualmente, as parcerias brasileiras com outros países representam menos de 8% do comércio global, enquanto os Estados Unidos atingem 30%; a União Europeia, 45%, e o México, 57%. Para a CNI, ficar fora dessa desses acordos impõe às empresas brasileiras custos mais altos para exportar, menor segurança jurídica, e obriga empresários a lidar com regras menos favoráveis para vender, comprar, investir e receber investimentos estrangeiros.


Para alavancar o comércio exterior, a Agenda Internacional da Indústria reúne as principais ações para os próximos meses, com propostas de política pública para acordos comerciais, investimentos brasileiros no exterior, facilitação e desburocratização do comércio exterior, barreiras tarifárias e não-tarifárias, tributação no comércio exterior, financiamento e garantias às exportações, defesa comercial e mecanismos para mercados prioritários. Também trata da agenda de missões e mecanismos para atração de investimentos.


“Construímos a Agenda Internacional com as federações das indústrias, associações setoriais e empresas exportadoras. Assim conseguimos reunir as prioridades de atuação da CNI na promoção da inserção internacional das empresas brasileiras. A agenda considera dois eixos de atuação: o da influência sobre políticas comerciais e o de serviços de apoio à internacionalização das empresas”, explicou o presidente Robson Braga.


Para mais informações, acesse o documento completo neste link.

(Agência Gestão CT&I, com informações da CNI)



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