Cientistas juniores criam prancha de SUP com garrafas PET

C&T Sistemas Estaduais - BR

A garrafa de PET (Polietileno Tereftalato), que geralmente é descartada no lixo, foi utilizada por cientistas juniores do Amazonas para desenvolver pranchas de stand up paddle (SUP). Os adeptos do esporte que se tornou febre em Manaus (AM) podem contar agora com uma prancha de SUP sustentável, composta também com canos e CDs. No total, mil garrafas PET foram retiradas das ruas, lixeiras de mercados e comércios da capital amazonense para criar seis pranchas ecológicas.

Os inventores juniores fazem parte do Programa Estratégico de Indução à Formação de Recursos Humanos em Engenharias no Amazonas (Pró-Engenharias) e do Programa Estratégico de Indução à Formação de Recursos Humanos em Tecnologia da Informação (RH-TI). Sessenta alunos de várias escolas da rede pública de ensino, divididos entre esses programas, participam da iniciativa sustentável, que tem por objetivo incentivar os alunos desde o ensino médio a seguir nas carreiras nas áreas de tecnologia da informação (TI) e engenharias.

O estudante Julius de Araújo, de 17 anos, que participa do Pró-Engenharias, informou que para o recolhimento das garrafas PET os alunos se organizaram em vários grupos. Com as garrafas já em mãos, segundo ele, foi necessário fazer a limpeza de cada uma. “Queríamos um projeto que carregasse essa bandeira sustentável mais que, ao mesmo tempo, fosse algo regional, que trouxesse lazer para a população amazonense. Apesar de ter sido uma tarefa árdua, o resultado foi muito satisfatório”.

O professor de Química e idealizador da iniciativa, Obenesio Aguiar, disse que o projeto de pesquisa trabalha a interdisciplinaridade integrando as matérias de Química, Física, Matemática com preocupações referentes ao meio ambiente. “O descarte irregular das garrafas PET é um problema. Os alunos, dentro do programa, visam resolver problemas de todas as áreas, seja ambiental, social ou tecnológica. A solução deles foi essa, do lixo virar luxo e esporte”, disse o professor.

Os programas RH-TI e Pró-Engenharias, que são desenvolvidos na Escola Estadual Senador Petrônio Portella, zona centro-oeste de Manaus, contam com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Amazonas (Seduc).

(Agência Gestão CT&I, com informações da Agência Fapeam)


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